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Expedição Antártica - Parte 1 - Nau Vitória

  • 10 de jan.
  • 2 min de leitura

Expedição Antártica - Parte 1 - Nau Vitória

A tripulação do GiraMondo começa a jornada na Antártica!

Chegamos aqui em Punta Arenas e enquanto a gente espera pra embarcar para Antártica, a gente veio visitar aqui o museu Nau Vitória. Aqui tem réplicas dos grandes navios que passaram por aqui que fizeram história nessa parte do globo.


O Estreito de Magalhães corta o extremo sul da América do sul ligando o Atlântico ao Pacífico numa das regiões mais selvagens do planeta.


E foi por ali que em 1520 a frota de Fernão de Magalhães finalmente encontrou a passagem tão procurada depois de meses navegando por costas frias e desconhecidas abrindo uma rota que mudou pra sempre a navegação mundial já que até então, não existiu uma conexão conhecida entre os dois oceanos.


Aquele corredor tortuoso e traiçoeiro onde correntes violentas, neblina constante e ventos imprevisíveis ajudaram a construir sua fama, quase mítica, entre marinheiros, exploradores e todos que cruzam este fim de mundo em busca de um caminho pelo mar.


A expedição de Fernão de Magalhães, iniciada em 1519, foi a primeira grande viagem a ligar de forma contínua os oceanos Atlântico e Pacífico. Uma travessia que redesenhou a noção do planeta a Terra podia ser circunavegada por mar levando uma pequena frota espanhola a enfrentar motins, fome, doenças, mares nunca antes navegadas por europeus até encontrar o estreito no extremo sul da América do sul que hoje leva o seu nome.


A frota de Fernão de Magalhães sai da Espanha em direção a Punta Arena, atravessa para o Pacífico e volta para Espanha pelo Cabo da Boa Esperança até chegar de volta na Espanha. Assim abriram caminho para um oceano imenso e, aparentemente, infinito numa jornada em que o próprio Magalhães morreria nas Filipinas mas que seria concluída por um único navio, o Vitória, retornando à Espanha com apenas 18 sobreviventes e uma visão do tamanho, da escala e da interligação dos oceanos do mundo.


Aqui entramos em uma réplica do navio e encontramos muitas curiosidades da navegação da época. A tripulação usava tipos diferentes de materiais para as amarrações as escotas e adriças no caso de não terem visibilidade. Impressionante pensar em como tudo funcionava naquela época! Tinham até um "dog house" (uma estrutura sobre o cockpit que cria um abrigo permanente contra intemperes).


É isso aí! Continua com a gente nessa aventura que está só começando!


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