De olho no Lixo
- Paula Bischoff Moraes Zapparoli
- 1 de out. de 2024
- 2 min de leitura
Atualizado: 7 de ago. de 2025
Quando você mora em terra, o lixo não é uma grande preocupação porque o lixeiro vem sempre até você. Você pode até cuidar da redução de resíduos e usar coleta seletiva, e talvez ter que estar atento ao dia da coleta para colocar o lixo para fora, mas a preocupação termina aí.
Já a vida no barco é diferente, o lixo é realmente uma coisa que a gente tem que monitorar, uma vez que o espaço de coleta é sempre pequeno e a gente nunca sabe onde e quando vai conseguir jogar fora os sacos de lixos cheios.
Já começa com o transporte do lixo: ás vezes as lixeiras são próximas de onde a gente está atracado, mas as vezes ficam muito longe... e daí a gente tem que caminhar com os sacos na mão até encontrar o lugar certo onde jogar.
Algumas vezes, quando a gente está só ancorado e não dá mais para esperar, a gente tem que colocar os sacos no bote, navegar até o lugar próximo e ainda encontrar as lixeiras que quase sempre são longe do local de atracagem.
Uma outra questão importante é que em algumas ilhas, como a coleta do lixo é custosa para a comunidade, eles não aceitam receber lixo de gente de fora, ou vendem um saco de lixo de cor especial, que por acaso custa caro, e que é o único aceito naquele local.
Para completar, pouquíssimos locais fazem a coleta seletiva.
Por isso, a gente tem que ficar atento, gerar o mínimo de lixo possível, compactar o que puder e jogar fora os sacos sempre que der.
É isso aí, mas uma peculiaridade da vida de barco que agora você conhece!



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